sexta-feira, 22 de abril de 2011
O IV e último Momento Presencial do Curso Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC aconteceu nos dias 5 e 6/04, num clima de muita emoção e saudades no Laboratório de Informática do NTE de Imperatriz.
Abertura do IV Momento Presencial do curso Tecnologias na Educação, com a tutora Alessandra Carvalho
Os custistas foram pontuais e participativos neste último encontro, onde junto com as tutoras Alessandra Carvalho e Cida Marconcine puderam avaliar todo o percurso da formação, observando os avanços e dificuldades enfrentadas durante os meses do curso. Também tiveram a oportunidade de participar da avaliação no Ambiente Colaborativo de Aprendizagem e-Proinfo e atualizar os dados cadastrais.
Sindicato força reunião com Olga Simão em Imperatriz
20 Abril 2011
Postado por Carlos Hermes A Secretária de Educação do Estado Olga Simões pousou "secretamente" em Imperatriz nesta quarta-feira a noite, engana-se quem acha que veio tratar de algum assunto ligado à educação estadual ou à greve dos professores, na verdade seu plano era passar despercebida pelos grevistas e participar, na manhã de hoje, de uma reunião com representantes da empresa Suzano.
O plano falhou, o sindicato descobriu a agenda e preparou rapidamente um ato público para frente da Academia Imperatrizense de Letras onde ocorreria a reunião de "negócios". Mesmo com todo o aparato militar à serviço da repressão estadual, o movimento fez barulho, atrapalhou o evento e forçou o diretor regional de educação Agostinho Noleto sair do ambiente fechado e convidar uma comissão de educadores para falar com a Secretária acompanhada do próprio Noleto, da professora Wilma, gestora de educação e de um representante fardado da escola miliatar.
Liderada pelo representante regional do Simproesemma professor Wilas, a comissão formada ainda pelo professores Carlos Hermes, Carlos Henrique e David Souza e as professoras Silvana e Rosyjane denunciou o despotismo do diretor regional que ao invés do diálogo trata de ameaças, desrespeito público e terrorismo com os educadores grevista e reafirmaram a indisposição da categoria em aceitar ser dirigida pelos atuais gestores.
A Secretária foi questionada ainda a respeito da aprovação do estatuto, Lei do Piso, concurso para vigias, zeladores e merendeiras e nomeação dos excedentes do último concurso.
Na sua fala Olga Simões de forma sutil reafirmou as duras posições do Estado dizendo agir em nome da lei, falou sobre sua reunião em Brasília onde tratou com o ministro de Educação sobre a implantação da Lei do Piso, reiterou que o Estado tem nomeado os excedentes e que vai continuar fazendo de acordo com as adequações de cada região, lembrou que o concurso de 2009 foi prorrogado para fevereiro de 2012 e colocou como dificuldade para novas nomeações o fato de que em algumas cidades onde há excedentes não há a necessidade de professor na mesma proporção enquanto que em outras acontece o contrário.
Para além disso deixou implícito uma certa conivência com as atitudes ditadoras do gestor regional e deu a entender que na reunião do dia 26 é que se decidirá sobre a pauta de reivindicações. Ou seja, ficou claro que a luta deve continuar em rítmo cada vez mais forte, caso contrário vai querer levar o sindicato no papo.




Sindicato força reunião com Olga Simão em Imperatriz
20 Abril 2011 Postado por Carlos Hermes
A Secretária de Educação do Estado Olga Simões pousou "secretamente" em Imperatriz nesta quarta-feira a noite, engana-se quem acha que veio tratar de algum assunto ligado à educação estadual ou à greve dos professores, na verdade seu plano era passar despercebida pelos grevistas e participar, na manhã de hoje, de uma reunião com representantes da empresa Suzano.
O plano falhou, o sindicato descobriu a agenda e preparou rapidamente um ato público para frente da Academia Imperatrizense de Letras onde ocorreria a reunião de "negócios". Mesmo com todo o aparato militar à serviço da repressão estadual, o movimento fez barulho, atrapalhou o evento e forçou o diretor regional de educação Agostinho Noleto sair do ambiente fechado e convidar uma comissão de educadores para falar com a Secretária acompanhada do próprio Noleto, da professora Wilma, gestora de educação e de um representante fardado da escola miliatar.
Liderada pelo representante regional do Simproesemma professor Wilas, a comissão formada ainda pelo professores Carlos Hermes, Carlos Henrique e David Souza e as professoras Silvana e Rosyjane denunciou o despotismo do diretor regional que ao invés do diálogo trata de ameaças, desrespeito público e terrorismo com os educadores grevista e reafirmaram a indisposição da categoria em aceitar ser dirigida pelos atuais gestores.
A Secretária foi questionada ainda a respeito da aprovação do estatuto, Lei do Piso, concurso para vigias, zeladores e merendeiras e nomeação dos excedentes do último concurso.
Na sua fala Olga Simões de forma sutil reafirmou as duras posições do Estado dizendo agir e
Coisa do passado: Via Sacra na Av. Beira Rio.
21 Abril 2011
Postado por Carlos Hermes O colega blogueiro Samuel Souza retorna à blogosfera com novo design e força total e trás uma série de imagens da Via Sacra promovida pela Prefeitura de Imperatriz na gestão de Jomar Fernandes que vale a pena conferir.
Eu me lembro que nessa época a cidade toda se concentrava na Beira Rio na Semana Santa para prestigiar a peça teatral encenada por um grupo de jovens ligados á Pastoral da Juventude da Paróquia Menino Jesus, bairro Vila Nova.
Eu me lembro que nessa época a cidade toda se concentrava na Beira Rio na Semana Santa para prestigiar a peça teatral encenada por um grupo de jovens ligados á Pastoral da Juventude da Paróquia Menino Jesus, bairro Vila Nova.
Nesta Sexta-Feira Santa desejo reflexão a cerca da paixão de Cristo que foi sacrificado por questionar um sistema opressor de um povo pobre e sofrido. Que seu exemplo revolucionário de amor ao próximo sirva para que reflitemos e questionemos os valores da sociedade moderna capitalista bem mais opressora que a romana enfrentada por Jesus.
Como diria Leonardo Boff em outras palavras: Cristo não está na propaganda de chocolate em forma de Ovo da Páscoa, mas está nos milhões de seres humanos explorados, levados à miséria e desumanizados pelas indústrias de chocolates da vida e seus aparatos midiáticos. Pessoas que vivem diariamente sua via crusis carregam uma pesada cruz e sangram com as fortes chibatadas de uma sociedade que respira consumo, trata melhor aos cachorros de raça que ao próprio ser humano.
Pascoa é passagem para a vida. O Cristo que acredito vive no meio de nós, quase nunca é visto e quase sempre é excluído.




Esclarecimentos jurídicos sobre a greve
Postado por Carlos Hermes Diante do terrorismo estéreo e da insegurança jurídica de alguns colegas grevistas, traga aqui um ótimo e esclarecedor texto da Profª Kátia Ribeiro sobre a legalidade do movimento pra que a companheirada não esmoreça.
DA LEGALIDADE DA GREVE
Apesar de decisão tomada no pleno do TJ-MA, fartamente divulgada pelos meios de comunicação do Governo do Estado, esta decisão não é definitiva, ou como dizemos no meio jurídico, ainda não transitou em julgado, ou seja,ainda cabe Recurso Especial para o STJ, e depois deste Recurso Extraordinário para o STF. Portanto, a batalha jurídica está longe de esgotar, e o fortalecimento do movimento é importantíssimo para que a negociação perpasse, necessariamente, pela retirada da Ação.
DOS DESCONTOS DOS DIAS PARADOS
Esta ameaça não é desconhecida da categoria, todo movimento grevista sofre esta espécie de coação. Entretanto, os professores têm um instrumento de negociação que nenhuma outra categoria dispõe: a reposição das aulas; e esta só pode se dá com a restituição das faltas descontadas, sob pena de não cumprimento dos 200 dias letivos, o que repercute no repasse do FUNDEB, e exige uma atuação do Ministério Público. Faz-se necessário acrescentar que o desconto pode ocasionar um abalo na economia do estado, que sobrevive basicamente do comércio. Imaginem todos os professores sem pagar suas contas, principalmente nos Municípios, ocasionaria um efeito cascata sobre toda a economia do estado.
DA POSSIBILIDADE DE DEMISSÃO
Outra ameaça sem qualquer fundamento, pois o Estatuto do Servidor publico do Maranhão em seu art. 228, II, dispõe: Art. 228 - São faltas administrativas puníveis com a pena de demissão: II - abandono de cargo, configurado pela ausência intencional do servidor ao serviço por mais de 30 (trinta) dias consecutivos; Vejam só, é necessário a intenção de abandonar o cargo, fato não configurado no caso, é o que se denomina no campo jurídico de animus abandonadi, e não configurada a intenção do servidor em abandonar o cargo, impossível se mostra a aplicação da pena de demissão por abandono, prevista no artigo supra, sob pena de ilegalidade e abuso de poder.
Destaque-se que a própria Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve) veda a demissão dos trabalhadores grevistas: "É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos, exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos arts. 9º e 14". E estes artigos dizem respeito a não continuidade dos serviços essenciais e à abusividade da greve, condições que, até o presente momento, não são passíveis de ser analogicamente aplicadas aos professores. Ademais, companheiros com o fortalecimento da greve, não há como se demitir professores, pois a nossa união é capaz de reverter qualquer processo, só precisamos acreditar.
DA POSSIBILIDADE DE VITÓRIA
Esta é pautada, sobretudo, na nossa capacidade de manter o movimento, pois neste momento é o Governo que se encontra acuado, e por quê? Vejamos:
1. Com a aprovação da constitucionalidade da lei do Piso (Lei 11.738/2008). O Governo do estado terá que cumpri-la sob pena de intervenção, conforme prevê o art. 34, inciso VI da CF/88, para caso de descumprimento de lei federal;
2. Ainda como repercussão da constitucionalidade, como a lei prevê a complementação do piso pelo Governo Federal, o MEC baixou a Portaria de nº 213/2011, que exige plano de carreira para o magistério: Art. 3º Poderão apresentar pedidos os entes federados beneficiados pela complementação da União ao FUNDEB, na forma do art. 4º da Lei nº 11.494, de 2007, que atendam, cumulativamente, aos seguintes requisitos, na forma da regulamentação específica a ser expedida pelo FNDE; IV - disponham de planos de carreira para o magistério em lei específica;
3. Diferentemente do que divulga o governo do estado a greve não acabou, até mesmo porque quem deve decidir sobre isto é a categoria, em Assembléia, e embora alguns colegas, aterrorizados com a postura ditadura do Governo Roseana Sarney, estejam retornado às salas de aula, basta fornecer informações precisas sobre estas ameaças que estes retornam ao movimento, e é isso que tem acontecido;
4. E por fim, a manutenção do movimento de greve é mais do necessária, é vital, pois se recuarmos agora dificilmente teremos condições de negociar a construção do plano de carreira, que conforme já explicitado, é requisito para o estado receber verbas do Governo Federal, e o governo, muito provavelmente, irá querer extinguir, ou no mínimo, diminuir nossa GAM. Desta forma companheiros, manter a greve é garantir nossa dignidade e mostrar a este governo reacionário, que professor é crítico e sabedor de seus direitos, e que luta por estes, dando assim ao Estado, uma aula de cidadania.
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